Políticas Públicas de Convivência com o Semiárido contribui na transformação de vidas de famílias do campo

Políticas Públicas de Convivência com o Semiárido contribui na transformação de vidas de famílias do campo

22/02/2018


Foi realizada uma visita técnica, nesse dia 22 de fevereiro, na Unidade Produtiva Familiar (UPF) de Antenor de Souza conhecido por Tenor e Maria Neuza Souza, conhecido como Neide, moradores da Fazenda Mandassaia, na comunidade de Cazuzão, município de Serra Preta, através do técnico Clécio Lima pela Chamada Pública de Assistência Técnica e ExtensãoRural - ATER desenvolvido pelo Movimento de Organização Comunitária – MOC em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), por meio da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural - BAHIATER/SDR,

Segundo Clécio Lima é possivel diagnosticar e observar com suas andanças e visitas, o quando as políticas públicas acessadas como direito, além de serem conquistadas e implementadas com muita luta, vem contribuindo para transformações de vida no contexto da Convivência com o Semiárido. A exemplo dessa família agricultora, que vem conseguindo mudar sua realidade com o acesso as políticas, como a de água de consumo e de produção, Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – PRONAF, ATER, Bahia Produtiva, entre outras.

Esse acesso justo e necessário, incentiva e fortalece o trabalho do homem e da mulher do campo, levando autonomia, liberdade e mais dignidade para viver e conviver nas suas raízes ou escolhas, sendo felizes e empoderados/as na sua realidade. Assim, como foi percebido no feito e contado, por Neide e Tenor que mesmo em um longo período de estiagem vem conseguindo produzir, com ajuda da sua Cisterna de Produção, que guarda água da chuva por muito tempo.

Contando também com orientações e incentivo do ATER, sobre uso de algumas técnicas para aumentar a produtividade da UPF, como plantio da palma forrageira adensada e consórcio de algumas culturas, nos canteiros econômicos, nos quais a família produz alimentos saudáveis com os princípios da agroecologia, criando ainda aves caipiras semi-confinadas, ovinos e bovinos, abastecendo sua mesa e comercializando o excedente para garantir a renda familiar. "O de nosso consumo familiar, não compramos desde a chegar dessa tecnologia, fico triste que outras famílias já não estão tendo mais acesso a essa política pública, com esses cortes do governo", expressou o agricultora.







Por: Robervania Cunha
Programa de Comunicação do MOC